terça-feira, 30 de março de 2010

AS TUNAS E OS TUNOS !!!!


Existem inúmeros mitos sobre a história e origem dos tunos e das tunas alimentados pela falta de bibliografia respectiva e de um estudo sistémico deste fenómeno, depois de pesquisar alguns textos sobre a origem das Tunas, encontrei uma definição resumida no Wikipedia.
“A Tuna Académica é um agrupamento constituído por estudantes essencialmente do ensino superior. O repertório musical das tunas é extremamente variado, indo desde adaptações de temas de autor, passando pela música erudita, até composições originais cuja temática incide essencialmente na vida boémia estudantil, na celebração do amor”.
Embora seja sempre importante saber as nossas origens, na minha opinião o conceito de Tuna é individualizado e por vezes grupal, uma vez que cada Tuno tem de saber qual o seu conceito de Tuna e o porquê de fazer parte de tal grupo.
O Conceito é grupal quando todos os elementos se sentem parte integrante do mesmo espírito, o que por vezes é difícil uma vez que é necessário estabelecer uma linha orientadora entre dois conceitos, o da música e o da “amizade”, o ideal será criar um espírito de grupo forte e depois introduzir o conceito musica, tarefa que é dificultada pela constante entrada e saída de elementos.
A todos os TUNOS só vos tenho a dizer .......aproveitem ao máximo o SER TUNO e não se esqueçam que a Tuna é um conjunto de individualidades e não individualidades….


Abraços e Beijos

Rui “Chefe”

segunda-feira, 29 de março de 2010

K & BATUNA....Um amor á primeira vista!!!


Corria o ano de 2002 quando a Tuna Iscalina foi convidada para ir á Madeira….para nós foi um convite muito á frente, seria a primeira vez que a nossa Tuna ira para além fronteiras “continentais”….
Da chegada á Madeira lembro-me de termos estado a ouvir o Biju e a Luisa a catarem a Cinderela durante todo o caminho, dos dias que lá tivemos lembro-me das longas caminhas para cima e para baixo, da condução perigosa dos motoristas dos autocarro, das noitadas no Vespas, dos oculos do contente,das bacuradas do Riju,da garafa de poncha do Alex que fazia o milagre de o fazer deitar-se sóbrio e adormecer com a cadela…. tanta, tanta coisa …..mas houve dois momentos que me marcaram , primeiro o anuncio de abandono da Tuna do meu “ídolo” o Leiria e o encontro com a nossa adorada K & Batuna.
A K & Batuna era a Tuna que tal como nós estava na Madeira com o verdadeiro espírito Tunante, a nossa empatia foi imediata parecendo por vezes que éramos uma só tuna, a Iscalina teve o privilégio de assistir ao baptismo dos membros activos da K & Batuna.
A empatia foi tal que na despedida muitos de nós andamos a correr pela pista de descolagem só para dizer adeus ao pessoal que estava na sala de partidas uma vez que a K & Batuna regressava no voo seguinte ao nosso, não contentes com tal despedida a Iscalina decidiu ficar no aeroporto á espera da K & Batuna enquanto esperávamos ensaiamos pela primeira o “ Lisboa Menina e Moça” para cantarmos quando eles chegassem á nossa cidade.
As imagens da chegada da K & Batuna ainda hoje me estão gravadas, a cara incrédula ,o choro de muitos deles foi mesmo um momento inesquecível……
Passados alguns anos estava eu a falar com o Contente, no mensager e chegamos á conclusão que iríamos estar juntos novamente nos Açores…..e tivemos……apesar de grande parte dos membros das duas tunas não serem os mesmos a empatia foi novamente imediata e foi selada com uma irmandade que perdura até hoje e que espero que perdure muitos anos….

Abraços e Beijos

Rui “Chefe”

VIII Festival Oito Badaladas


No dia 18 de Março realizou-se no TAGV em Coimbra o VIII "Oito Badaladas"
-Festival de Tunas.
Mais uma vez a nossa Iscalina esteve presente em tão honroso festival, ganhando dois prémios, melhor instrumental e 2ª melhor Tuna.
Partilhar o palco com os Iscalinos é para mim uma enorme honra, quero aproveitar a ocasião e dar os Parabéns aos caloiros que pela primeira vez partilharam o palco connosco em “cenário” de festival espero que continuem por muitos e bons anos!!!!...
Aqui têm os resultados finais do Festival….Parabéns a Enftuna !!!!

Melhor Tuna: Enftuna (Portalegre)
Segunda Melhor Tuna: Tuna Iscalina (Lisboa)
Melhor Adaptação José Afonso: Magna Tuna ApocalISCSPiana (Lisboa)
Tuna Mais Tuna: Phartuna (Coimbra)
Melhor Instrumental: Tuna Iscalina (Lisboa)
Melhor Serenata: Enftuna (Portalegre)
Tuna Mais Mista: Enftuna (Portalegre)
Melhor Pandeireta: Enftuna (Portalegre)
Melhor Estandarte: Enftuna (Portalegre)

Abraços e Beijinhos,

Rui "Chefe"

terça-feira, 21 de julho de 2009

Estamos em todo o lado!!!!!

Venho por este meio informar que estamos em todo o lado......!!!!!!!!!!!

- No Youtube com pagina actualizada.....

http://www.youtube.com/user/TunaIscalina


- No Hi5 com milhentas fotos........

http://tuna-iscalina.hi5.com/


- E no Youtunas, que é o youtube das tunas......


http://www.youtunas.com/user/TunaIscalina


Deixo aqui o nosso agradecimento á Xuxuzona pelo bela trabalho!!!!!!

domingo, 24 de maio de 2009

A TUNA não sou eu que a faço...Somos todos nós


Era o primeiro ensaio da Tuna logo após a semana de praxe. Lá cheguei eu no sábado com o meu bandolim debaixo do braço pronto para me iniciar no mundo das tunas. A tuna que me acolheria? ISCALINA! Entrei na sala e logo senti que ali seria feliz. Falei com quem lá estava e apresentei-me aos membros daquela que seria a minha segunda família. Comecei a ver o ensaio e logo vi o que me esperava: “Toca o que te soar bem”. Uma coisa completamente diferente do que eu estava á espera! Tocar algo por instinto e não da maneira que sempre a toquei era algo novo para mim! Depois lá comecei a tocar com algum custo e muitos berros. O retiro chegou num ápice. Lá fui baptizado… Madeirense! Uma alcunha não muito original mas que me agradava. Lentamente fui entrando no ritmo dos ensaios… Sempre a tentar dar o meu melhor em todos os ensaios. Começa a preparação para o Iscalino… Muitos nervos tanto da minha parte como da parte de todos os que andavam na Tuna. Seria a minha primeira grande subida a palco com a Tuna e para os outros era o culminar dum projecto começado o ano passado. Cerca de 2 semanas antes do festival lá me lembrei de dizer que tocava Acordeão… Ai só não fui espancado por sorte, visto que escondi aquilo durante tanto tempo, mas la comecei a me dedicar e cheguei ao Iscalino seguro do que teria de fazer. O Iscalino foi-se… E depressa veio outro grande festival… VIII Badaladas em Coimbra! Desta vez… Com muito mais ensaios e com algumas mudanças lá comecei a minha aventura naquela cidade mística… Tocar no meio das ruas e beber traçadinho… Aquilo é que era vida! Depressa chegou a sexta feira do festival… E eu com uma serenata para cantar… Os nervos eram mais que muitos… Mas la consegui cantar…(numa actuação que ainda hoje me está atravessada na garganta). Á noite… O grande palco… Teatro Académico Gil Vicente… Subir a palco e tocar para um teatro completamente cheio… Para quem já estava a subir a palco noutros ambientes… Subir com a Tuna era uma coisa completamente diferente! Muito mais responsabilidades… Era quase o centro das atenções… Qualquer engano mínimo ouvia-se… Por mais pequeno que fosse! Comecei com algum nervosismo… Mas logo me deixei levar por aquele espírito académico e pelo ambiente que se vivia lá dentro… Num instante deixei de estar sob pressão para estar a me divertir á grande e á francesa! Deixei que a música me levasse… Sai de palco mais feliz que nunca e com a sensação que tinha dado meu máximo! Hora dos prémios… Melhor Estandarte e Melhor Tuna! Mal ouvi o premio de Melhor Tuna corri que nem louco em direcção ao palco e um “Swift” garantiu-me uma entrada em estilo! Saltar e gritar que nem um louco valeu-me estar afónico no outro dia! Mas não importava estava feliz com os prémios conseguidos pela tuna Iscalina!

Acima de tudo lembrem-se… A tuna não sou eu que a faço… Somos todos nós ;)

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Páginas rascunhadas

Como páginas rascunhadas
Em tinta de imaginação
Contos infundamentados,
Se tornam em sonho
Cobertos pela névoa,
Misteriosa,
Que nos faz planar
Em histórias, registar momentos
Contemplar experiências
Que desenvolvem o que é ser
Vislumbrando cousas
À luz de outros olhos
Amplificando a visão
Da essência do que é ser.

Encontro


Encontro
Entre almas, ideais…
Confronto entre mundos
Racionalização de conceitos
Vivência de fantasias.

Mobilização e reflexão de toda a magia
De ser,
À luz de toda a existência…

E nos encontramos
E desencontramos
Olhando, sentindo,
Crescendo, vivendoNa constante mutabilidade das cousas.

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Ser Caloiro; Ser considerado o “Caloiro do Ano”


Resumo de um ano na Tuna:
Para mim o ano começou numa 4ª à tarde quando apareci na sala da tuna e fiz a audição, com a Susana e o “UAAAA, UAAAA”.
Depois veio o apelido: TGV (e Tejas).
Parti logo para o retiro que aconteceu 15 dias depois e que foi uma ajuda essencial na integração pelo facto de ter tido a minha 1ª actuação, pelas ruas de Óbidos: a 1ª da noite foi marcada pelo “Homem do Calhau”; a 2ª à porta da tasca onde estava o stôr Botelho que nos levou para casa dele e a 3ª na festa de S. Martinho onde travámos novas amizades, com a “Balizas” (a chata pedinte da mulher gorda) e com a “Muchachos” (que cantou para nós: We are the champions, e que tinha 1 dente a mais, todo podre e literalmente a sair-lhe da boca para fora!) e onde ainda assistimos às belas figuras do “Braguilhas”.
De regresso às casas onde ficámos ocorreram para mim OS MOMENTOS, os momentos do Retiro: 1º a conversa do Alexandre (ainda magister) e do Chefe com os caloiros, que nos tentaram transmitir/incutir o que é pertencer a uma tuna (humildade, honrar a tuna e o instituto, ter espírito académico, ter espírito de camaradagem, ser prestável, gostar de ser tuno: principais características do bom caloiro de tuna – Código de Honra que nos deram juntamente com as letras das músicas, das regras e do estatuto de caloiro), e depois a passagem de estatutos dos mais velhos, o nosso baptismo, a entrega do certificado e do traje de caloiro.
Depois veio à actuação para os professores na aula inaugural do Iscal, a actuação na festa de aniversário na Sobreda, a actuação na Procuradoria Geral da República, a actuação para os familiares, amigos e antigos tunos que foi fantástica e inesquecível pela longa noite que se seguiu, onde houve lugar à tomada oficial do novo magister e vice-magister, onde actuámos para os antigos membros, onde tivemos o enorme privilégio e prazer de eles actuarem para nós e onde ouvimos todos aqueles discursos, histórias, relatos emocionantes que fazem parte do passado da nossa tuna.
Depois veio a actuação no almoço de natal dos professores e funcionários do Iscal e no mesmo dia a actuação nos Bombeiros Voluntários da Amadora.
Chegou finalmente o dia da partida para os Açores, após longos dias de ansiedade, o avião após muitas falsas partidas lá arrancou feito 1 touro e pôs-se no ar.
A aterragem, tal como toda a viagem, correu bem.
Começamo-nos logo a divertir à brava no aeroporto.
. Outros momentos bons a recordar:
- o grande relacionamento que desde a viagem no avião se travou com a Quantunna; a passagem de estatuto da Raquel; o passacalles e a serenata na Câmara Municipal; o Teatro Angrense; a nossa actuação, que correu bem; as actuações das outras tunas; a praça de touros, o convívio entre tunas a destacar o com a K&Batuna (com a qual surgiu a irmandade), o mito das bolachas Maria, a pega de caloiros numa largada à maneira de Pamplona, depois a garraiada e as exibições, do Evaristo, do Alexandre, do Rodas e principalmente do Sérgio!; o clube náutico, a bebedeira “cómica” da “Obélix”; a sala onde dormimos, com a ala dos casais oficias e a ala do casal não oficial que “criou” 1 oceano debaixo do colchão; a noite dos prémios, e o prémio de TUNA + TUNA; o almoço (com 1 talher) no chinês…
Infelizmente chegou o dia do regresso às aulas. Retomámos o nosso quotidiano em Lisboa, tivemos uma pequena actuação de rua, aquando da visita da Lena ao continente, e depois veio o mês de Abril, aquele mês fabuloso.
Entre os dias 3 e 5 a actuação no festival 8 Badaladas da Quantunna, que foi a extra-concurso. Foram dias recheados de convívio, espírito académico e espírito de tunante com todas as outras tunas presentes especialmente com a anfitriã.
Uma semana em Lisboa e novamente a partida, para uma semana em cheio que começou com a partida, para alguns, às 7h30 de Santa Apolónia em direcção ao Porto, onde andámos para caraças, onde apoiámos os atletas do Iscal no Inter-Isca’s, onde reencontrámos a Érica e onde actuamos no Iscap. Partirmos seguidamente em direcção a Coimbra. Chegava o regresso a Coimbra com o festival Entre Tuna. O 1º dia começou logo em cheio com a recepção da K&Batuna na Tia Arminda e com a cerimónia oficial da Irmandade. O dia da verdade chegou, a nossa actuação contou pela 1ª vez este ano com a presença de todos os elementos em palco. Ganhámos o merecido prémio de Tuna + Tuna, o de Tuna + Mista e ainda o de melhor pandeireta. A noite prolongou-se na festa que nos esperava e no quartel do exército onde passámos a noite.
Depois de uma semana inteira fora de casa o regresso a Lisboa para descansar foi merecido. Entre aulas e ensaios tivemos a actuação na Bênção das Fitas do Iscal, na Basílica da Estrela e recentemente, no dia 19 de Maio, a última actuação no dia dos 249 anos do Iscal.
Dois dias depois realizou-se o jantar de despedida de um ano cheio de actuações da Tuna Iscalina.
Foi uma noite cheia de emoções boas, outras menos boas e muitas lágrimas.
Começou com o jantar, seguido das sobremesas, da troca de prendas de Natal, do anúncio do “Caloiro do Ano” e que acabou com os discursos de balanço do ano, por parte de todos os iscalinos presentes.
Foi um ano em cheio, recheado de momentos bons e situações menos boas, embaraçosas e desnecessárias, mas que também fazem parte de uma família como a que a nossa tuna é.
A sensação/experiência de ser caloiro e Ser considerado o “Caloiro do Ano”:
Foi uma grande surpresa ser reconhecido como tal e nunca o achei possível.
Este ano fomos muitos caloiros, dos quais muitos com muito talento. Desde sempre soube que de todos eles sou o que menos capacidades vocais e musicais tem, no entanto segundo os mais velhos, não é só isto que faz de uma pessoa/caloiro um bom tunante, mas sim a integração no grupo, o espírito académico, o espírito de tunante, o espírito de camaradagem, a humildade… nestas características acho que não estive mal, desde o início que sou eu mesmo e que trato todos por igual, porque me dou bem com todos.
Este ano para mim foi sem dúvida nenhuma bom , porque consegui na tuna aquilo que em Lisboa me faltava: uma família e uma casa. Foi para além disto, ter me conseguido integrar bem na grande e bonita família que é a Tuna Iscalina, ter conhecido todos os elementos especialmente a Susana, a mulher da minha vida, foi ter recebido o traje da Érica, foi a história mal contada e entendida com a Russa na piscina e o consequente cheiro a cloro, foi ter conhecido a Lena, que é uma pessoa 5 estrelas e que canta maravilhosamente bem, o ter partido uma viola em Coimbra, ainda por cima a viola do Alexandre, um autêntico Break Guitars, o ter começado a saltar pandeireta em Coimbra onde me estreei com a Escuteira,
Como tal só tenho que agradecer o facto de poder pertencer a esta família, este reconhecimento que veio agora, de caloiro do ano, é como que a cereja em cima do bolo. É sempre gratificante mas não vem acrescentar/alterar nada de mais. Resta-me agradecê-lo a todos. Aos que me elegeram.
E especialmente ao Ruben, que é de quem na tuna estou mais próximo, que me tenta ensinar a cantar e que me ensinou tudo que sei na pandeireta, à Susana a minha inspiração, à Érica que como já referi me passou o traje e a todos os caloiros que tal como eu mereciam-no porque se aguentaram até ao fim. Obrigado!
Segundo deu para perceber foi um ano “anormal”, um ano de mudança devido ao elevado número de caloiros, de actuações e de festivais, mas que em termos gerais foi bastante positivo e marcante.
Só guardo boas recordações de todos estes momentos que passei com a tuna. O meu muito obrigado a todos os que me permitiram ter esta experiência que espero que se prolongue por mais alguns anos.

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Quem foi á Benção foi Abençoado.

Mais uma vez a tuna Iscalina esteve presente na cerimonia da Benção das fitas dos finalistas do Iscal que se realizou no dia 26 de Abril na Basílica da Estrela.
Da nossa actuação posso destacar a primeira actuação na bandeira da caloira XuXuzona , o grito académico muito mal dado por mim e a cabeça do moreno(preto) que ficou feita em água devido ao calor.
Em meu nome e em nome da TUNA ISCALINA quero dar os Parabéns a todos os finalistas em especial ao nosso MÃOZINHAS e á nossa MINHOTA...........
Podem ver um pequeno vídeo da nossa actuação em Baixo.....

Um ano cheio de aventuras...


Assim se foi vivendo o intenso ano na ISCALINA! Com a entrada de numerosos caloiros..a tuna foi –se adaptando a um novo ritmo entre ensaios, pequenas actuações dentro e fora do ISCAL, retiro de iniciação deveras muito espiritual, entre muita, muita coisa!
Mas realmente marcante foram os festivais...
Acabadinhos os exames, a tuna preparou-se convenientemente para o grande Festival na Ilha Terceira! O VI Olé Tunas (ou terá sido o IV?! hmmm)! Cheios de energia iniciámos os intensivos ensaios, esperando ansiosamente a chegada do dia de partida para a ilha!
Partimos no dia 20 de Fevereiro e o VI Olé Tunas decorreu nos dias 21,22,23 e 24!
Tirámos alguns dias para conhecer os sítios mais históricos e emblemáticos de Angra.
No dia 21, enquanto esperávamos pela noite para o Passa Calles pela Rua da Sé, seguida da Serenata no Salão nobre da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo, confraternizámos com as restantes tunas a concurso: a Vicentuna, K & Batuna, Quantunna, Escstunis, Tuna Económicos e a TEL, assim como a tuna anfitriã – a Taeseah!
Após a serenata, a festa continuou pela noite dentro entre todas as tunas mesmo logo á saída da Câmara Municipal até ao bar do Clube Náutico!
No dia 22 iniciaram-se as actuações das várias tunas a concurso no imponente Teatro Angrense!
No dia 23 houve então uma pequena pega de grandes e valentes..vacas! Todas as tunas se juntaram num churrasco bem divertido e bem à tradição académica! Muitos se mostraram valentes e enfrentaram as vacas, havendo algumas baixas..mas nada de grave! De noite realizaram-se as restantes actuações das tunas e no final a entrega de prémios!
O ambiente era de festa, mas no fundo sentia-se um nervoso miudinho! Quando menos se esperou o prémio tuna mais tuna foi para a Iscalina! As vozes ja fraquejavam, mas celebrámos o prémio com muito orgulho, entre as tunas Quantunna e K&Batuna – ninguém pára a k&Quantalina!
O Festival acabou...mas muita saudade deixou! Foram 5 dias maravilhosos cheios de diversão e alegria! Entre muita rouquidão, muitos jogos de bowling, muitas caminhada, muita cantoria, muitas noites no Náutico e acima de tudo novas amizades, vivemos intensamente o Olé Tunas!
Agradecemos o fabuloso acolhimento do Recreio dos Artistas e à nossa guia e amiga e só nossa Lena!
Querida.

domingo, 11 de maio de 2008

O INÍCIO DA AVENTURA


Com medo e vergonha entrei para a tuna…deparei-me com tantos olhares e sorrisos…conheci a ISCALINA.
De imediato apaixonei-me pela música e do novo mundo que estava a descobrir. De pijama por tantas actuações…jurei ser fiel a algo maior…
Com o baptismo fui finalmente caloira… caloira Xuxu.
O que nos une? O amor à música, a vontade de cantar, a amizade e o amor que paira no ar… ;)
Numa cumplicidade Caloiros, Putos, Tunos e Veteranos, convivemos com alegria e ajudamo-nos mutuamente. Somos uma grande FAMÍLIA.

Não esqueço os Açores (VI Olé Tunas-Ilha Terceira), oportunidade única de viver momentos nunca pensados. O companheirismo dia-a-dia, as bebedeiras, as fotografias, as touradas…as maravilhosas tunas que conhecemos... Quantunna e K & Batuna.
Pela 1ª vez pisei um palco. Tanto orgulho que sentia e um nervoso miudinho de não desapontar quem acredita em nós e de mostrar o que valemos.
No fim, quando a esperança se foi….surge… TUNA MAIS TUNA.
Entre lágrimas e gritos festejámos todos juntos. Um prémio de grande valor que simbolizava no fundo aqueles 5 maravilhosos dias…
Vivi cada momento: comi com as mãos… mal dormi, a garganta estava exausta…mas fui feliz…sou feliz na Iscalina.

“E foi então que descobri um novo lugar, uma nova forma de estar, uma maneira de ser feliz aqui…foi na tuna que encontrei uma nova casa um lar…“ como diz a nossa música.

Ter entrado na Iscalina foi das melhores coisas que podia ter feito. Fugir à vida de estudante aplicada afundada em livros e em sonhos…parti para a aventura…
Temos muito para aprender, muito para ensinar… Nada é perfeito, e a tuna não o é…mas juntos podemos vencer obstáculos e tornar a TUNA ISCALINA no melhor de sempre, com trabalho, com vontade, iremos chegar onde quisermos…basta estarmos unidos.

Obrigado por tudo o que passámos, muito mais está para vir. Fica a promessa de mais esforço e dedicação.

Um dia olharemos para trás e ficaremos orgulhosos do que alcançámos...o que evoluímos e de quem somos.
Lisboa, Porto, Coimbra, Açores…

Ninguém pára a Iscalina… por onde passa deixa a sua marca…deixa saudade.

Não se esqueçam que a tuna não és tu, nem sou eu…a tuna somos nós!

Xuxu

quinta-feira, 13 de março de 2008

Apresentação TUNA ISCALINA

Corria o ano de 1994, quando um grupo de estudantes, que nada tinha para fazer, decidiu romper com o marasmo que envolvia a sua existência no ISCAL e criou a grande, magnifica, fantástica, estupenda, fabulosa e grandiosa Tuna Iscalina.

Os objectivos destes rapazes raparigas inocentes, são os de promover o espírito académico e o Instituto e divulgar o bom “sabor” da música e das canções. No intervalo destas extenuantes actividades, a Tuna toca umas músicas, animando a bela cidade de Lisboa, Portugal Continetal e as nossas fabulosas Ilhas.

Este projecto, baseado na mais antiga tradição académica, inclui no seu reportório, uma panóplia de alegres hinos e melodias, com alguns temas originais, criando à sua volta, um espaço único de convívio e divertimento.

A Tuna participou em várias audições, festivais e concursos e em acontecimentos recreativos e culturais, em diversos pontos do país, tais como no Porto, Beja, Aveiro, Coimbra, e ainda nos Açores e Madeira, que lhe granjearam prestigio e a obtenção de diversos prémios de originalidade e interpretação.